Sexta-feira, 19 de Setembro de 2008
Piranha, fluviário de Mora

Piranha

O mistério das cousas, onde está ele?
Onde está ele que não aparece
Pelo menos a mostrar-nos que é mistério?
Que sabe o rio disso e que sabe a árvore?
E eu, que não sou mais do que eles, que sei disso?
Sempre que olho para as cousas e penso no que os homens pensam delas,
Rio como um regato que soa fresco numa pedra.
                                                                                                      Alberto Caeiro


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publicado por Filomena às 11:32
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