Sábado, 27 de Novembro de 2010
Alentejo
 
 
 

Como um vento na floresta.
Minha emoção não tem fim.
Nada sou, nada me resta.
Não sei quem sou para mim.

E como entre os arvoredos
Há grandes sons de folhagem,
Também agito segredos 
No fundo da minha imagem.

E o grande ruído do vento
Que as folhas cobrem de som
Despe-me do pensamento:
Sou ninguém, temo ser bom.

                                                                                                                    Fernando Pessoa

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publicado por Filomena às 14:11
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